Há momentos em nossas vidas, que dá vontade de sair do ar, como se fossemos um telefone celular, estando fora da área de cobertura.
Há também momentos de alegria extrema, onde a dor e a tristeza não conseguem predominar sobre esse estado de extase que a alegria nos trás.
Mas, gostaria de escrever um pouco sobre um momento estrando, enigmático, porém que ninguém escapa de passar, a morte. Pensaremos como cristãos óbvio, mas vamos tratar acima de tudo debater sobre esse assunto.
Quando passamos pela perda de um ente querido, a dor bate, a tristeza abate, espalha-se em nosso ser como se fosse fogo na palha seca. Aí, pensamos coisas como: E agora, o que será desse ser que acaba de mudar de plano? Ou; Será que ele(a) aceitou Jesus verdadeiramente? Será que ele(a) descança agora, ou já está com Cristo? Essa alma, dança com Cristo, jaz no maligno ou descança à espera do juizo? -Talvez, você leitor esteja pensando, o por que de falar sobre esse assunto, mas digo-lhes, escrevo esse post enquanto ouço o som de choro, pois minha avó paterna faleceu a algumas horas atrás.- mas gostaria de falar-lhes sobre um versículo,talvez não concordem comigo, o espaço é democrático, mas essa é a minha maneira de pensar: (Lucas 9.59-60)
E disse a outro: Segue-me. Mas ele respondeu: Senhor, deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai.
Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus
Quero lhe falar sobre o seguinte contexto: Nos é tempo de anunciar o evangelho sim, mas o maior evangelho anunciado é vivendo o evangelho, amando o nosso próximo, entregando-se inteiramente a Cristo, como Ele fez por nós, portanto, olhemos para os familiares. Devemos sentir a dor dessa pessoa, entender o sofrimento e mostrar que a vida passa num piscar de olhos, e que ao invés de nos preocupar em coisas que não está a nossa alçada para mudar, tentar mudar a vida de quem realmente ainda pode ser transformada.
Temos que amar sim, viver o evangelho e tentar ser o porta voz de Cristo para mostrar que aquele que morreu para salvar todos, ressussitou.
Texto In Memorian de Ottilia Nunes Siqueira , Nascida em 13 de maio de 1917 e falecida em 15 de abril de 2011 aos 93 anos.




Sinto pela morte de tua avó, meu irmão. Grande abraço. Que Deus conforte o teu coração e de teus familiares.
Amém tchê
Agradeço as condolências…
Deus te abençoe